Procon notifica estabelecimentos em Floriano e distribuidoras

(foto ilustrativa)

O Procon de Maringá notificou quatro estabelecimentos do distrito de Floriano por reajuste abusivo de preços. Outras seis distribuidoras e indústrias alimentícias da região também foram notificadas a apresentar documentos e notas fiscais de venda de produtos a supermercados. “Análises preliminares apontam que também houve reajuste nos fornecedores. Vamos ver se aumentaram margem de lucro e vamos autuar”, explica Bruno Bieli, fiscal do Procon.
Em Floriano foram vistoriados dois mercados, uma panificadora e uma farmácia. Nos mercados fiscais verificaram leite longa vida, ovos, óleo de soja, açúcar, feijão e arroz. Em alguns casos reajuste chega próximo a 100% em relação ao período anterior da pandemia de coronavírus. Fiscais anotaram preços e tiraram fotografias. Não foram apresentadas notas fiscais no momento das vistorias. Procon deu prazo de dez dias para que mercados entreguem documentos para análise.
Na panificadora e na farmácia havia produtos sem preços. Fiscais orientaram que todas mercadorias devem conter preços visíveis para clientes.

Já sobre fiscalização de supermercados atacadistas e varejistas de Maringá iniciada no começo de abril, o Procon segue analisando documentos e notas fiscais. Foram
encontrados indícios de reajuste de preços nos fornecedores e indústrias.
Por isso, foram notificados um cerealista, um laticínio, uma cooperativa e três distribuidores de alimentos. Eles devem entregar documentos e notas fiscais num prazo de dez dias.
Análises apontaram reajustes de até 50,36% num curto período, desde março. Entre produtos desses distribuidores estão leite longa vida, feijão e arroz.
Caso seja caracterizado o aumento abusivo, sem justificativa no reajuste de preços, os distribuidores serão multados. Penalidades variam entre R$ 720 e R$ 9 milhões.
Fiscalização notificou nove supermercados maringaenses no mês passado após reclamações de consumidores. Procon prepara também fiscalização sobre venda de vacinas e transporte coletivo. Denúncias podem ser feitas nos telefones (44) 99840-0278 ou 98402-0433. Ou pelo email procon.fisca3@gmail.com


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