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Comerciante do lava-jato preso, tem histórico de violência

Entre os vários boletins de ocorrências registrados na Polícia Militar envolvendo o comerciante Adriano Rosa dos Reis consta um caso de violência doméstica e lesão corporal, ocorrido em 2015.
Adriano teria desferido um soco no rosto de sua mulher, depois de uma discussão. De acordo com o boletim 871205/2015 da PM, ele ficou “nervoso e agressivo ao mexer no celular dela por causa do teor de alguns vídeos”. Ela acusou o marido de ter ficado com seu aparelho e ficou de procurar a Delegacia da Mulher.

Outro B.O. foi registrado no ano passado, quando ele chegou a ser conduzido para o Hospital Psiquiátrico depois de acusar sua mulher e seu sogro de terem subtraído uma quantia em dinheiro, depois de ter dormido fora de casa por problemas familiares. De acordo com o registro, enquanto a mulher explicava que tinha usado o dinheiro para pagar dívidas do casal e que Adriano fazia uso de medicamento controador, ele pegou uma barra de ferro e foi contido pelos PMs. Estava “agitado e agressivo” segundo o boletim 617686/2019; depois de aparentar calma, entrou com a equipe de policiais para dentro de casa, quando pegou uma faca na gaveta do armário e foi novamente contido pelos PMs. “Foi necessário algemá-lo, pois ele se debatia no chão, bem como começou a bater com a cabeça no chão, com o intuito de morrer, pois ele dizia a todo momento que queria morrer. As equipes tentavam acalmar Adriano, porém ele encontrava-se agressivo e agitado, sendo imobilizado o tempo todo, até a chegada da equipe do Samu. Por vários momentos Adriano tentava se desvencilhar das equipes, debatendo seu corpo e cabeça contra o chão e com os pés tentava derrubar um armário próximo dele. Com a chegada do Samu, ele foi levado para o Hospital Psiquiátrico.”

Entre as queixas feitas por desacato está uma de 2014, contra dois agentes de trânsito, que o flagraram com mais uma pessoa num Fiat Strada, na avenia Alexandre Rasgulaeff, colocando material de campanha (santinhos) em veículos estacionados, porém, sem sair do carro, causando engarrafamento. O condutor também estava sem cinto e o veículo com licenciado atrasado. Na abordagem, segundo o relato, os servidores públicos foram xingados e ameaçados. Na mesma ocasião apareceu o então vereador Negrão Sorriso, que também teria feito ameaças ao agentes; ao final, se autorização, levaram o carro que estava apreendido e deixado documentos como CNH e CRLV.

Outra ameaça, dois anos depois, foi contra o próprio vereador Jones Darc, de quem tinha sido cabo eleitoral. Em 2016, de acordo com o boletim 476606, Negrão Sorriso chamou a polícia porque Adriano, junto com outras duas pessoas, o teria ameaçado de morte durante a sessão da Câmara de Maringá. As ameaças teriam sido ouvidas por outras pessoas e vereadores. Diante dos fatos PM escoltou o vereador até sua casa. (inf Maringá News)

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