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Educação Sexual: Como iniciar esse assunto com os adolescentes

Com o surgimento da campanha de abstinência sexual do governo, acabou que precisou ser feito um novo debate de como podemos falar sobre sexo para os adolescentes, muitos pais ficam com medo de iniciar esse assunto com os seus filhos, porém a terapeuta sexual Danni Cardillo falou sobre esse assunto e como desmitificar.
Para exemplificar sobre esse assunto a terapeuta citou sobre o sucesso da série Sex Education da Netflix, que conta a história de um adolescente que vive com a mãe que é uma terapeuta sexual e é convidada pela escola onde ele estuda a fazer palestras sobre educação sexual, o filho que é virgem por um lado também oferece dicas sobre esse mesmo tema para os seus amigos dentro da escola.
O sucesso da série é oportuno uma vez que toda produção tipo exportação chancela a qualidade dos temas abordados e assim como a série que conflita uma terapeuta sexual diretamente com seu filho causa ali um pequeno desconforto que na cena de que assiste é engraçado, porém importante atentar para qual liberdade o seu filho ou filha está aberto, pois para muitos pais esses assuntos não evoluem de uma etapa primária, uma vez que no mundo dos adolescentes “Mãe não transa” legado do patriarcado que cultua ainda o machismo . O pai nem sempre está presente no dia a dia, ocupado com responsabilidades profissionais.

Por isso acho de extrema relevância já que nem mesmo os pais detém de todas as informações transferirem para profissionais da área onde o jovem se sinta aberto a terapia sexual para iniciar suas dúvidas secundárias diz a terapeuta sexual Danni Cardillo.
A série é uma verdadeira obra prima e de fato trata o assunto naturalmente como parte integrante do desenvolvimento sexual do ser humano que evolui mais seguro, sem repetir os padrões da pornografia para os homens e as mulheres gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis.
Alguém precisa fazer bem feito essa comunicação, uma pena que nosso sistema educacional tradicional confunda com apologia ao sexo promíscuo.
A terapeuta sexual sugere para os pais que se veem nesse embate a busca de profissionais qualificados como terapeutas e sexólogos a fim de esclarecer as demandas individuais em uma metodologia livre de julgamentos. Somente pela educação e informação diz Danni Cardillo.

Esse diálogo entre pais e filhos acolhe e assegura o respeito que inicia dentro do lar, nessa base familiar imprimir valores igualitário entre os vilões estatísticos dos números crescentes de gravidez entre meninas de 12 à 14 anos interrompido por uma responsabilidade ainda despreparadas, desde emocional, financeira e pessoal. Essa a mensagem do Marketing do nosso governo para o ano de 2020.
“Porém o foco desta ação sendo a escola é o pilar da comunicação em massa entre jovens, principalmente do ensino público é não banalizar o conservadorismo, neste mundo tão digital dos smartphones, encontrar a linguagem contemporânea onde muito se fala em evitar uma gravidez e pouco se diz sobre a prevenção das doenças sexualmente transmissível, ao meu ver ambas questões merecem o mesmo respeito e cuidado, contraceptivos sim, cada qual a sua parcela de responsabilidade. Jovens usarem preservativo aliados ao anticoncepcional. Um não descarta o outro afinal estamos falando de saúde” explica a terapeuta sexual.

Porém é muito importante deixar claro que o sexo não é só essa informação, pois já estamos cheios do mesmo. Reiterar que não é inteligente criarmos filhos aptos a cumprirem metas profissionais sem atentar com o mesmo empenho a inteligência emocional e a sexualidade é sem dúvida um divisor de águas para aqueles que encaram o sexo como uma área vital da saúde finaliza a terapeuta sexual Danni Cardillo.

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