Justiça

Justiça manda deputado tirar postagem falsa da internet

Novamente

Decisão tomada na noite deste sábado pelo juiz Airton Vargas da Silva, da 154ª Zona Eleitoral, obrigou o deputado estadual Homero Figueiredo Lima e Marchese (Pros) a retirar de uma rede social uma postagem ofensiva e mentirosa contra o prefeito Ulisses Maia (PSD). O parlamentar, que é advogado, já foi condenado em outras ocasiões pelas mesmas razões nesta campanha eleitoral, além de ter feito propaganda irregular e recebido multas.

Desta vez, a retirada do ar de postagem, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento, deu-se porque ele tentou associar o prefeito a fraude em pesquisa eleitoral. Para a Justiça Eleitoral, ao reproduzir uma matéria do jornal O Globo, do Rio de Janeiro (RJ), de 30 de outubro, intitulada “Pesquisas eleitorais bancadas por
institutos crescem em meio a suspeitas de fraudes. Conheça as histórias”, fica nítido que procurou ofender o prefeito de Maringá. “Demais disso o conteúdo é inverídico, pois as pesquisas eleitorais são registradas na Justiça Eleitoral, tendo a pesquisa realizada pela empresa Muticultural e que foi divulgada no último dia 11 sido registrada na Justiça Eleitoral, autos 0600502-13.2020.6.16.0137”. A pesquisa em questão dá Ulisses Maia na frente das intenções de voto em Maringá, com mais de 60% (votos válidos) e uma vantagem considerável sobre os demais candidatos.

A postagem feita por Homero Marchese, que disputou todas as últimas quatro eleições na cidade, sem ter concluído um mandato sequer, dizia: “Marginal cobra propina. Marginal enriquece ilicitamente. Marginal enriquece a família. Marginal ameaça matar. Marginal compra pesquisa. Isso é normal. É o que marginais fazem”, acompanhada de um cartaz composto de um recorte do título e da linha-fina (ilegível) de matéria publicada no portal de internet O Globo em 30-10-2020. (…) O
folheto contém em destaque a frase “Comprar resultado em pesquisa não apaga mandato ruim”.
O candidato teve duas horas para retirar o link da postagem ofensiva e mentirosa, sob pena de multa. (inf Maringá News)

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