Macroplan vai detalhar por que Maringá é a melhor entre as 100 grandes cidades do Brasil

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Em atendimento ao convite da Prefeitura de Maringá e do Conselho de Desenvolvimento de Maringá (Codem), estará em Maringá nesta terça-feira, dia 4 de setembro, o consultor sênior Éber Gonçalves – da empresa de consultoria Macroplan Prospectiva Estratégia & Gestão.
Por meio de reuniões técnicas e de uma palestra, o consultor vai detalhar a metodologia utilizada pela empresa na pesquisa que apontou Maringá, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor entre as 100 maiores cidades brasileiras com mais de 273 mil habitantes e que respondem por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, de tudo o que é produzido no Brasil.
As reuniões técnicas serão realizadas na Sala de Reuniões do Paço Municipal, durante todo o dia, com gestores públicos nas áreas de Educação, Saúde, Segurança e Saneamento, que foram fatores fundamentais para diferenciar a cidade em relação às demais. Nos encontros serão apontadas orientações sobre como a cidade pode melhorar ainda mais em cada um desses indicadores analisados.
Durante a manhã, Éber Gonçalves atenderá a gestão pública para tratar dos indicadores de Segurança e Saneamento. Às 14 horas – também na Sala de Reuniões – o consultor terá encontro com profissionais da imprensa e, em seguida, comandará outra reunião técnica com gestores da Saúde e Educação.
Às 19h30, no auditório Miguel Kfouri, da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), será ministrada a palestra “Por que Maringá é a melhor cidade entre as 100 maiores do Brasil – o segredo de cidades que melhoram mesmo na crise”. A palestra é gratuita e voltada para gestores públicos, lideranças empresariais, academias e toda a população.
Mestre em economia, Éber Gonçalves é consultor sênior e gerente de projetos de consultoria em planejamento governamental, planos de longo prazo e cenários de desenvolvimento da Macroplan, considerada uma das mais experientes empresas brasileiras de consultoria em cenários prospectivos, administração estratégica e gestão orientada para resultados. A empresa tem sede no Rio de Janeiro e atuação em todo o Brasil.

A melhor
A manutenção da classificação de Maringá, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor cidade entre as 100 maiores cidades do Brasil é resultado do estudo realizado neste ano pela Macroplan.
Intitulado “Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM 2018)”, o estudo analisou 15 indicadores em quatro áreas críticas para a gestão pública: Educação, Saúde, Segurança e Saneamento.
Para cada área foram identificados os municípios de destaque, com as melhores posições e com as maiores evoluções.
O índice parte de zero e aponta o melhor desempenho quanto mais se aproximar de um. Maringá obteve a melhor nota, 0,748.
A liderança de Maringá no ranking repetiu a mesma classificação de 2017, quando Maringá também despontou como a melhor para se viver entre as 100 grandes cidades do país.
A repetição da conquista do ano passado também foi tema de destaque na reportagem “O segredo de cidades que melhoram mesmo na crise”, publicado no mês passado na sessão Economia da edição nacional da revista Exame.

Áreas de destaque
Na visão comparativa e evolutiva da situação dos municípios – de acordo com o estudo inédito da Macroplan – uma cidade “modelo” seria uma combinação de indicadores de várias cidades. A situação fiscal dos municípios está longe de ser tranquila, mas conclui que isso não é justificativa para impedir o avanço da qualidade dos serviços essenciais.
No caso de Maringá a receita tributária do município é de R$ 880 reais por habitante e o investimento per capita é de R$ 350.
Embora não lidere nenhuma das quatro áreas analisadas pela Macroplan, Maringá ganhou pelo “conjunto da obra”.
O município ocupa o segundo lugar entre as cinco melhores cidades brasileiras em saneamento e sustentabilidade, atingindo o índice de 0,972 e com 99% de atendimento à população com esgoto tratado, atrás apenas de Limeira (SP) que chega a 100%. “Nesse item, a cidade tem como destaque ser uma das sete que universalizaram o acesso à rede de esgotos”, aponta o estudo.
Outro fator positivo é que Maringá tem a terceira menor taxa de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (224 por cem mil habitantes), com índice de 0,722 e terceira colocação em saúde e a 17ª menor taxa de homicídios (10 mortes por cem mil habitantes), com a 30ª posição em segurança.
Em educação o município ocupa a nona colocação, com índice de 0,626, embora os alunos da rede pública do Fundamental I tenham a segunda melhor nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Na cobertura de coleta de lixo a cidade está na quarta colocação, com 98% da população atendida, a mesma média do índice geral apurado.


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