Observatório das Metrópoles prepara segunda pesquisa sobre população em situação de rua

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O Observatório das Metrópoles Núcleo Maringá/UEM inicia a fase de treinamentos para realização da segunda pesquisa sobre população em situação de rua em Maringá. A primeira turma recebeu todas as informações pertinentes a coleta de dados nesta sexta-feira (25), no período da tarde, na sede do núcleo localizada no Bloco 5 do câmpus sede da universidade. A estimativa de execução da pesquisa é até janeiro de 2017.
A primeira pesquisa sobre população em situação de rua em Maringá ocorreu entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016. O objetivo da coleta de dados na ocasião, assim como o da nova edição, constitui-se em identificar a quantidade e o perfil desta população. Outros itens a serem pesquisados são os motivos que levaram tais pessoas a estarem em situação de rua, como estão suas relações familiares, o modo como sobrevivem, onde buscam a satisfação de suas necessidades básicas e de saúde, e como os pesquisados percebem a sociedade em relação à pessoa em situação de rua.
A coordenadora do Observatório das Metrópoles RMM/UEM, Ana Lúcia Rodrigues, acrescenta que a proposta da pesquisa continua sendo de investigar a condição real da população em situação de rua, com intuito de que, por meio da multiplicação do conhecimento sobre tal problemática social, seja possível oferecer ao poder público, informações para subsidiar ações em favor destas pessoas.
A coleta de dados ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SASC) de Maringá e o Centro de Referência Especializado para População de Rua (Centro POP). Também participam da pesquisa colaboradores de outros órgãos municipais, das entidades da sociedade e voluntários das diferentes áreas de atuação junto a esta população, assim como acadêmicos e profissionais das atividades pertinentes a execução do projeto.

Primeira Pesquisa
Na primeira pesquisa realizada entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, um dos destaques foi que em relação ao total da população em situação de rua pesquisada em Maringá, identificou-se que 88% são homens, sendo que 72% se declararam pretos ou pardos, cuja faixa etária mais prevalente se dá entre 30 a 55 anos.


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